Polícia Impunidade
Após mais de 3 anos de crime brutal, polícia não desvenda morte de mulher degolada no quintal de casa em bairro de Plácido de Castro
Mesmo com diligências, depoimentos de testemunhas e perícia técnica, o inquérito não obteve provas concretas capazes de identificar e responsabilizar o autor ou autores do crime.
03/10/2025 17h42
Por: Redação
Tamires Barbosa Rodrigues, morta em 2022 aos 32 anos, foi achada degolada no quintal da própria residência — Foto: Arquivo pessoal

O mistério em torno da morte de Tamires Barbosa Rodrigues, de 32 anos, achada morta na manhã do dia 6 de julho de 2022, na rua Vicente Carneiro de Sousa, bairro Manchete, em Plácido de Castro, segue sem resposta. À época, a Polícia Civil informou que ela havia sido degolada. Desde então, a investigação ainda não chegou a uma conclusão definitiva sobre a autoria e motivação do homicídio.

O caso chocou a população pela violência empregada e pela frieza do ato. À época, a vítima foi localizada caída de bruços próximo à própria residência, com marcas de crueldade que deixaram a comunidade em alerta e reforçaram a sensação de insegurança.

Mesmo com diligências, depoimentos de testemunhas e perícia técnica, o inquérito não obteve provas concretas capazes de identificar e responsabilizar o autor ou autores do crime. A ausência de respostas mantém familiares e amigos em sofrimento, na busca incessante por justiça.

Moradores da região ainda relembram com medo os dias que se seguiram ao assassinato, quando boatos e suspeitas circulavam pelas ruas, sem que nada fosse confirmado. O silêncio do processo investigativo, somado ao passar do tempo, aumentou a frustração da comunidade.

O caso permanece em aberto e pode ser reativado a qualquer momento, caso surjam novas provas ou testemunhas. Enquanto isso, familiares pedem que a memória da vítima não seja esquecida e cobram das autoridades mais empenho para que o crime não fique impune.