Polícia 15 mil reais
Mãe de jovem de 17 anos que sofreu acidente fatal em Sinop, no Mato Grosso, pede ajuda para trazer corpo para Plácido de Castro
Um menina de apenas 11 anos também morreu no grave acidente.
09/11/2025 10h08
Por: Redação
Foto cedida.

A dor de uma mãe e o apelo por solidariedade. É o cenário que se desenha em torno da tragédia anunciada na noite de sábado (8), quando um veículo saiu da pista e caiu no rio na cidade de Sinop (MT), resultando na morte de uma menina de 11 anos e Eric Cristhian Pires da Silva, de apenas 17 anos. A genitora, Elena Pires — com forte vínculo em Plácido de Castro — faz um apelo público para conseguir transportar o corpo de seu filho à cidade acreana.

O que se sabe do acidente

De acordo com os primeiros relatos, o carro, um Toyota Corolla, perdeu o controle ao aquaplanar em uma poça d’água no trecho da Rua Colonizador Ênio Pipino, na saída de Sinop sentido Alto da Glória, capotou e caiu no rio. 

O adolescente de 17 anos e uma menina de 11 não resistiram aos ferimentos e foram declarados mortos no local. Junto da namorada, familiares e amigos, Eric havia comemorado o seu aniversário horas antes da tragédia.

As equipes de resgate — entre elas o Corpo de Bombeiros do Estado de Mato Grosso e a concessionária que atende o trecho — atenderam à ocorrência. 

Está em curso a investigação da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso e da Polícia Técnica Oficial e de Identificação – POLITEC para apurar as causas exatas do acidente. 

O pedido de ajuda

Helena Pires, mãe de Eric, está em uma situação delicada: além de lidar com o luto, enfrenta a logística de transporte do corpo para o Acre — uma operação que demanda recursos e mobilização. Movida pela esperança de dar ao filho um enterro perto de casa e junto à família, ela lançou um apelo para que pessoas e instituições contribuam com ajuda financeira ou logística.

“Gostaríamos muito de trazê-lo para junto da família em Plácido de Castro”, disse a mãe em depoimento obtido pela reportagem, “mas os custos são altos, e sozinha não consigo dar conta”. 

O que é preciso saber para o translado

Transportar um corpo entre estados exige:

Para famílias em situação vulnerável, como no caso, esses valores podem pesar bastante — especialmente se forem necessárias várias horas de viagem (na região Norte/Sul) e mobilização fora das horas normais de expediente.

Apelo à comunidade

A família solicita apoio — tanto de pessoas físicas quanto de instituições comunitárias, religiosas ou de governo — para viabilizar esse transporte. Qualquer contribuição, por menor que seja, ajuda a garantir que o jovem seja velado e sepultado em seu município de origem.

Além disso, voluntários ou entidades que operem translados inter-estaduais podem fornecer cotação ou serviços com desconto.

Contexto emocional e comunitário

Em Plácido de Castro, o falecimento do jovem reverbera fortemente. Trata-se de um momento em que a comunidade se aproxima, estende apoio, compartilha o luto. O enterro em terra familiar facilita o convívio de parentes, amigos da escola e vizinhos.

Por outro lado, trata-se de uma colisão entre vínculos humanos — jovem que teve a vida interrompida — e a complexidade administrativa e logística de estados distintos.

Considerações finais

Essa história é, acima de tudo, uma convocação à empatia: uma mãe que perdeu o filho e precisa de ajuda para cumprir um último gesto de respeito e memória. Transportar o corpo para Plácido de Castro não é apenas questão de logística — é parte do processo de despedida, pertencimento e consolo.

Se você deseja colaborar pode estar contribuindo com qualquer quantia pelo PIX: 69984680495 em nome de Elena Conceição Pires.