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Gedeon Barros: o legado interrompido de um prefeito que marcou a história de Plácido de Castro
Assassinato de gestor municipal abalou a população e deixou marcas profundas na memória política e social do município acreano
16/05/2026 19h19
Por: Redação
Gedeon Barros foi uma das figuras políticas mais lembradas da história de Plácido de Castro. Seu assassinato causou comoção popular e entrou para a memória do município como um dos episódios mais marcantes da política local. - Foto: Arquivo/Facebook.

A trajetória de Gedeon Barros permanece viva na memória da população de Plácido de Castro. Conhecido por sua atuação firme na administração pública e pela proximidade com a comunidade, o então prefeito teve sua vida interrompida de forma trágica, em um crime que provocou forte repercussão em todo o Acre.

O assassinato do gestor municipal gerou indignação popular, mobilizou autoridades e marcou profundamente a história política da cidade. À época, moradores, lideranças e familiares manifestaram pesar diante da perda de uma das figuras públicas mais influentes do município.

Durante sua gestão, Gedeon Barros esteve à frente de importantes ações administrativas e consolidou uma imagem de liderança popular. Sua morte não apenas encerrou um ciclo político, mas também deixou um sentimento de luto coletivo entre os cidadãos placidianos.

Mesmo após anos do ocorrido, o nome de Gedeon Barros continua sendo lembrado em debates sobre a história política de Plácido de Castro, simbolizando um período marcante da administração municipal e um episódio que jamais foi esquecido pela população.

Relembre o caso

O ex-prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Sousa Barros, foi assassinado na manhã de 20 de maio de 2021, em Rio Branco, capital acreana. Ele tinha 52 anos e foi morto com disparos de arma de fogo enquanto estava dentro de um veículo nas proximidades da rotatória da Corrente, no Segundo Distrito da cidade.

As primeiras informações apontaram que dois homens em uma motocicleta se aproximaram do carro e efetuaram os disparos contra Gedeon. De acordo com relatos divulgados na época, nada foi roubado da vítima, levantando a suspeita de execução premeditada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas apenas constatou o óbito no local.

A Polícia Civil do Acre iniciou investigações por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Posteriormente, o delegado responsável pelo caso informou que o processo corria sob segredo de Justiça e que foram solicitadas quebras de sigilo telefônico e bancário de investigados. Também surgiram informações de que o ex-prefeito estaria sofrendo ameaças antes do crime, embora não houvesse confirmação oficial sobre boletins de ocorrência relacionados a isso.