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Pré-campanha de Flávio Bolsonaro diz ter identificado 20 mil perfis falsos contra a direita
Avaliação é de que impulsionamentos digitais miraram, além do senador, nomes como os de Tarcísio de Freitas e Jorginho Mello
20/07/2026 16h27 Atualizada há 2 meses
Por: Redação Fonte: R7
Equipe de Flávio avalia que publicações tenham atingido quase 270 milhões de pessoas | Vittor Sales/Flickr Flávio Bolsonaro - 11.04.2026

O coordenador da campanha do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), senador Rogério Marinho (PL-RN), se reuniu, nesta segunda-feira (20), com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Nunes Marques, para pedir que mais de 20 mil perfis falsos — com publicações impulsionadas que teriam como alvo nomes como os de Flávio, Tarcísio de Freitas e Jorginho Mello — sejam derrubados e que uma investigação seja conduzida para investigar o caso.

A equipe do pré-candidato do PL protocolou, na última sexta-feira (17), uma representação sobre uma suposta rede digital criada para atacar o senador. Na peça, eles pedem para que ações sejam tomadas por meio de uma medida liminar.

“Nós acreditamos que é necessário essa agilidade do tribunal, porque são perfis que somem muito rapidamente nas redes sociais”, disse Marinho a jornalistas.

De acordo com o senador, o objetivo é identificar quem está promovendo e financiando as postagens. A avaliação preliminar do PL é de que as publicações tenham atingido quase 270 milhões de pessoas.

“Nós acreditamos na equidade, na paridade de armas. Nós acreditamos que em uma campanha eleitoral é necessário, sim, que haja um debate da inclusive críticas, por mais pesadas que elas possam ser, mas desde que identificadas”, comentou o senador.

A advogada do PL Maria Claudia Bucchianeri diz que perfis pequenos e recém-criados estariam contratando o impulsionamento de comunicados negativos contra Flávio Bolsonaro.

“Tem muita gente engajada. O DDD muito repetido é o 041, do Paraná. Não sabemos porque isso, Mas esperamos descobrir”, destacou Maria Claudia.

A advogada diz acreditar que as ações vêm de uma organização criminosa digital.

“Acho que é prematuro ficar cogitando e especulando quem é que está por trás, se tem partido, se tem político. Seria irresponsável da nossa parte fazer qualquer presunção”, avaliou.