Política Eleições 2026
Pesquisa Delta: Alan Rick lidera com 32,50%, Mailza tem 29,32% e Bocalom 15,01% na disputa pelo Governo do Acre
Nova rodada, divulgada pela TV Gazeta nesta quarta-feira, 26, também mostra os demais nomes testados e apresenta cenários de segundo turno e rejeição.
26/08/2026 13h06
Por: Redação Fonte: A Gazeta do Acre
Foto: Reprodução

A disputa pelo Governo do Acre ficou mais apertada na nova pesquisa Delta, divulgada pela TV Gazeta, nesta quarta-feira, 26. Alan Rick permanece na liderança, mas viu sua vantagem sobre Mailza Assis cair de 13,02 para 3,18 pontos percentuais. O senador aparece agora com 32,50% das intenções de voto, enquanto a governadora chega a 29,32%.

O levantamento anterior, divulgado em 11 de agosto, mostrava Alan Rick com 38,17% e Mailza com 25,15%. Em pouco mais de duas semanas, o senador perdeu 5,67 pontos percentuais, enquanto a governadora avançou 4,17 pontos.

Tião Bocalom aparece em terceiro lugar, com 15,01%. Na pesquisa anterior, o ex-prefeito tinha 14,02%, registrando crescimento de 0,99 ponto percentual.

O cenário considerado é o estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.

Veja como ficaram os números

Alan e Mailza também se aproximam na pesquisa espontânea

Quando os nomes dos candidatos não são apresentados e o entrevistado precisa indicar espontaneamente em quem pretende votar, a distância entre Alan Rick e Mailza também diminuiu.

Alan aparece com 14,91%, enquanto Mailza registra 14,31%, diferença de apenas 0,60 ponto percentual. Na pesquisa anterior, o senador tinha 13,72% e a governadora, 11,43%.

Alan Rick cresceu 1,19 ponto percentual, enquanto Mailza avançou 2,88 pontos. Tião Bocalom oscilou negativamente, passando de 3,98% para 3,78%, e Dr. Thor Dantas subiu de 0,80% para 1,29%.

Outro dado relevante é a redução do percentual de eleitores que não souberam ou não responderam. O índice passou de 69,17% para 64,22%, uma queda de 4,95 pontos percentuais.

Segundo turno entre Alan Rick e Mailza fica mais equilibrado

A nova pesquisa também simulou uma eventual disputa de segundo turno entre Alan Rick e Mailza Assis. O senador continua à frente, mas a vantagem diminuiu de forma significativa.

Alan Rick aparece agora com 43,54%, contra 40,06% de Mailza Assis. Brancos e nulos somam 6,06%, enquanto 10,34% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa anterior, Alan tinha 46,22% contra 34,10% de Mailza. A vantagem, que era de 12,12 pontos percentuais, caiu para 3,48 pontos.

Alan mantém vantagem maior contra Bocalom

Em um segundo cenário testado pela pesquisa, Alan Rick aparece novamente à frente de Tião Bocalom.

O senador registra 56,56% das intenções de voto, enquanto Bocalom aparece com 24,55%. Brancos e nulos somam 8,05%, e 10,84% não souberam ou não responderam.

No levantamento anterior, Alan tinha 58,35%, contra 20,68% de Bocalom. A vantagem, portanto, passou de 37,67 para 32,01 pontos percentuais.

Alan perdeu 1,79 ponto no cenário, enquanto Bocalom cresceu 3,87 pontos.

Bocalom lidera índice de rejeição

Na pergunta sobre em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum para governador, Tião Bocalom aparece novamente com o maior índice de rejeição.

O ex-prefeito é citado por 36,18% dos entrevistados. Na sequência aparecem Dr. Thor Dantas, com 10,83%; Mailza Assis, com 10,74%; Alan Rick, com 9,34%; Dr. Luisinho, com 7,36%; e Eudo Raffael, com 5,86%.

O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam chegou a 19,69%.

Bocalom foi o único dos principais nomes a permanecer no topo da rejeição e ainda registrou aumento de 3,38 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.

Já a rejeição de Alan Rick subiu 1,88 ponto, enquanto a de Mailza aumentou 1,79 ponto. Entre os demais nomes, Dr. Thor Dantas teve a maior queda, de 18,98% para 10,83%.

Maioria diz que voto está decidido

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se o voto já está definido ou se ainda existe possibilidade de mudança.

A maioria, 55,77%, afirmou que já decidiu em quem votar. Outros 36,48% disseram que ainda podem mudar de voto, enquanto 7,75% não souberam ou não responderam.

O levantamento ouviu 1.006 entrevistados, conforme os números apresentados nos gráficos da pesquisa.