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Gladson aponta perseguição, questiona vazamento e acusa adversários de tentar “ganhar no tapetão”

Cameli atribuiu a investida policial ao seu atual desempenho na corrida eleitoral.

Redação
Por: Redação Fonte: Ac24Horas
23/09/2026 às 15h13
Gladson aponta perseguição, questiona vazamento e acusa adversários de tentar “ganhar no tapetão”
Foto: Reprodução/Ac24Horas.

O ex-governador e candidato ao Senado pelo Progressistas, Gladson Cameli, manifestou-se publicamente nesta quarta-feira (23) sobre a 4ª fase da Operação Ptolomeu, deflagrada pela Polícia Federal.

Em pronunciamento divulgado em suas redes sociais, Cameli classificou a ação policial como perseguição e afirmou: “Sempre respeitei a Justiça e as instituições, porque nunca acreditei que elas poderiam ser utilizadas para atender a interesses políticos”.

O candidato destacou que a operação, deflagrada a apenas 13 dias do pleito, deriva de um processo já questionado judicialmente. “Fui alvo de uma operação da Polícia Federal da mesma investigação que já teve as provas anuladas no Supremo, porque foram feitas de forma ilegal contra mim”, declarou o ex-governador.

Um dos pontos mais críticos do discurso foi a denúncia de um suposto vazamento prévio da operação para aliados de seus opositores. Segundo Cameli, “já tinha blogueiro e jornalista do grupo adversário plantado na frente da minha casa para registrar a ação da polícia que ainda nem havia chegado”. Indignado com a situação, o candidato questionou abertamente: “Quem vazou essa informação? Quem colocou essas pessoas lá? Quem se beneficia com essa perseguição contra mim?”.

Para fundamentar sua defesa, o ex-governador citou a jurisprudência da Suprema Corte. “Existe uma decisão do Supremo Tribunal Federal chamada ADPF 1017, que proíbe ações contra candidatos para evitar o uso eleitoral dessas operações, e isso vale para todo mundo. Por que só contra mim isso não foi respeitado?”.

Cameli atribuiu a investida policial ao seu atual desempenho na corrida eleitoral. “A verdade é que essa perseguição tem um motivo: eu estou liderando as pesquisas para o Senado”, pontuou. Ele reforçou sua confiança na decisão popular, afirmando acreditar que são os eleitores nas urnas, “e não os meus adversários no tapetão”, que devem escolher o representante do estado.

O ex-governador encerrou o pronunciamento garantindo que manterá sua agenda de campanha. “Uma eleição se perde e se ganha no voto, e eu não vou abaixar a cabeça nem aceitar esse tipo de perseguição. Vou continuar nas ruas, conversando com as pessoas e olhando olho no olho de cada um”, concluiu.

*Com informações do Ac24Horas.

 

 

 

 

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