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Dono de bar na zona rural de Plácido de Castro procura homem que teria levado cinco jogos de mesas e não devolvido os equipamentos
Raimundão afirma que alugou os conjuntos a um homem de Acrelândia, que deixou o local em um veículo vermelho com adesivo político e não retornou para fazer a devolução
03/10/2026 08h55
Por: Redação
Proprietário de bar no Triunfo, zona rural de Plácido de Castro, busca informações sobre homem que teria alugado cinco jogos de mesas e não retornado para devolver os equipamentos - Foto cedida.

O proprietário de um bar localizado na comunidade Triunfo, zona rural de Plácido de Castro, procura informações que possam ajudar a localizar um homem de Acrelândia que, segundo o relato, teria alugado cinco jogos de mesas e posteriormente desaparecido sem devolver os equipamentos.

De acordo com o proprietário, identificado como Raimundão, o homem esteve no estabelecimento na última quinta-feira, 1, e realizou a locação dos materiais. Após retirar 20 cadeiras e 5 jogos de mesas, porém, não teria retornado ao local para fazer a devolução, deixando o comerciante com o prejuízo e sem informações sobre o paradeiro dos equipamentos.

Ainda conforme o relato, o suspeito estaria utilizando um veículo Sandero de cor vermelha, que teria um adesivo relacionado a um político de influência em Acrelândia. 

Raimundão pede que pessoas que reconheçam o homem ou tenham informações sobre o paradeiro dos cinco jogos de mesas entrem em contato com ele pelo WhatsApp 6899801321. Caso alguém tenha informações relevantes, a orientação divulgada é procurar também a Polícia Militar, pelo telefone 190.

O caso pode ser estelionato?

Apesar de a situação poder ser levada às autoridades para investigação, não é possível afirmar apenas pelo relato que houve estelionato. O artigo 171 do Código Penal caracteriza o crime, em linhas gerais, quando alguém obtém vantagem ilícita causando prejuízo a outra pessoa mediante fraude, artifício ou ardil. A legislação atualmente prevê reclusão de 1 a 5 anos e multa para o estelionato.

Dependendo das circunstâncias comprovadas — especialmente sobre a intenção existente no momento da retirada dos equipamentos e o que ocorreu posteriormente — a autoridade policial e, eventualmente, o Ministério Público e a Justiça é que poderão avaliar o enquadramento jurídico adequado. O simples fato de alguém não devolver um bem alugado, isoladamente, não permite concluir automaticamente que houve estelionato.

A orientação é que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro do homem ou dos equipamentos procure o proprietário ou comunique o caso à Polícia Militar pelo 190, evitando abordagens ou confrontos por conta própria.