
A Mpox voltou ao radar das autoridades sanitárias após o registro de casos em diferentes países fora das regiões onde a doença era mais comum. O vírus causa febre, dores no corpo, ínguas e lesões na pele, sintomas que costumam aparecer entre 5 e 21 dias após a exposição.
De acordo com análises do Instituto Oswaldo Cruz, a doença é conhecida pela ciência há décadas e pertence ao mesmo grupo de vírus da antiga varíola humana. Apesar da preocupação internacional, pesquisadores ressaltam que o comportamento do vírus é diferente de patógenos altamente transmissíveis, como os respiratórios.
A infecção ocorre principalmente por contato direto com lesões, secreções corporais ou objetos contaminados. Também pode haver transmissão em interações próximas e prolongadas, como abraço, beijo ou contato íntimo.
Isso explica por que os surtos costumam ser mais localizados e controláveis quando medidas de vigilância são adotadas rapidamente.
Quais são os principais sintomas da Mpox?
Os sinais mais comuns incluem:
Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve a moderada, com recuperação espontânea.
A disseminação em países não endêmicos levou a Organização Mundial da Saúde a classificar o cenário como emergência de saúde pública, principalmente para fortalecer diagnóstico, monitoramento e orientação à população.
O objetivo foi conter a circulação do vírus antes que ele se estabelecesse de forma mais ampla.
Sim e ela é baseada em medidas simples:
Não há recomendação de vacinação em massa; a imunização é direcionada a profissionais com maior risco ocupacional.
A Mpox não é uma doença nova, nem apresenta a mesma dinâmica de pandemias recentes. Informação correta, diagnóstico precoce e cuidados básicos continuam sendo as ferramentas mais eficazes para controlar a infecção.
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