
A dor de uma mãe e o apelo por solidariedade. É o cenário que se desenha em torno da tragédia anunciada na noite de sábado (8), quando um veículo saiu da pista e caiu no rio na cidade de Sinop (MT), resultando na morte de uma menina de 11 anos e Eric Cristhian Pires da Silva, de apenas 17 anos. A genitora, Elena Pires — com forte vínculo em Plácido de Castro — faz um apelo público para conseguir transportar o corpo de seu filho à cidade acreana.
O que se sabe do acidente
De acordo com os primeiros relatos, o carro, um Toyota Corolla, perdeu o controle ao aquaplanar em uma poça d’água no trecho da Rua Colonizador Ênio Pipino, na saída de Sinop sentido Alto da Glória, capotou e caiu no rio.
O adolescente de 17 anos e uma menina de 11 não resistiram aos ferimentos e foram declarados mortos no local. Junto da namorada, familiares e amigos, Eric havia comemorado o seu aniversário horas antes da tragédia.
As equipes de resgate — entre elas o Corpo de Bombeiros do Estado de Mato Grosso e a concessionária que atende o trecho — atenderam à ocorrência.
Está em curso a investigação da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso e da Polícia Técnica Oficial e de Identificação – POLITEC para apurar as causas exatas do acidente.
O pedido de ajuda
Helena Pires, mãe de Eric, está em uma situação delicada: além de lidar com o luto, enfrenta a logística de transporte do corpo para o Acre — uma operação que demanda recursos e mobilização. Movida pela esperança de dar ao filho um enterro perto de casa e junto à família, ela lançou um apelo para que pessoas e instituições contribuam com ajuda financeira ou logística.
“Gostaríamos muito de trazê-lo para junto da família em Plácido de Castro”, disse a mãe em depoimento obtido pela reportagem, “mas os custos são altos, e sozinha não consigo dar conta”.
O que é preciso saber para o translado
Transportar um corpo entre estados exige:
Para famílias em situação vulnerável, como no caso, esses valores podem pesar bastante — especialmente se forem necessárias várias horas de viagem (na região Norte/Sul) e mobilização fora das horas normais de expediente.
Apelo à comunidade
A família solicita apoio — tanto de pessoas físicas quanto de instituições comunitárias, religiosas ou de governo — para viabilizar esse transporte. Qualquer contribuição, por menor que seja, ajuda a garantir que o jovem seja velado e sepultado em seu município de origem.
Além disso, voluntários ou entidades que operem translados inter-estaduais podem fornecer cotação ou serviços com desconto.
Contexto emocional e comunitário
Em Plácido de Castro, o falecimento do jovem reverbera fortemente. Trata-se de um momento em que a comunidade se aproxima, estende apoio, compartilha o luto. O enterro em terra familiar facilita o convívio de parentes, amigos da escola e vizinhos.
Por outro lado, trata-se de uma colisão entre vínculos humanos — jovem que teve a vida interrompida — e a complexidade administrativa e logística de estados distintos.
Considerações finais
Essa história é, acima de tudo, uma convocação à empatia: uma mãe que perdeu o filho e precisa de ajuda para cumprir um último gesto de respeito e memória. Transportar o corpo para Plácido de Castro não é apenas questão de logística — é parte do processo de despedida, pertencimento e consolo.
Se você deseja colaborar pode estar contribuindo com qualquer quantia pelo PIX: 69984680495 em nome de Elena Conceição Pires.
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