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Caso Gedeon Barros: Dupla acusada de matar ex-prefeito vai a júri popular no Acre

Justiça acreana decidiu pela manutenção da decisão de levar João da Silva Cavalcante Júnior e Sairo Gonçalves Petronílio ao Tribunal do Júri. Data do julgamento ainda não foi definida.

24/05/2026 às 19h09 Atualizada em 24/05/2026 às 20h23
Por: Redação Fonte: G1/Ac
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João da Silva Cavalcante Júnior e Sairo Gonçalves Petronílio são acusados pela morte do ex-prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros — Foto: Reprodução/G1-Ac.
João da Silva Cavalcante Júnior e Sairo Gonçalves Petronílio são acusados pela morte do ex-prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros — Foto: Reprodução/G1-Ac.

João da Silva Cavalcante Júnior e Sairo Gonçalves Petronílio, acusados de envolvimento na morte do ex-prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros, em maio de 2021, no bairro Santa Inês, no Segundo Distrito de Rio Branco, devem ir a júri popular. g1 não conseguiu contato com as defesas dos réus.

No mês de abril deste ano, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) negou recurso das defesas e manteve a decisão. Os desembargadores entenderam que há elementos suficientes para que os dois sejam julgados. Contudo, ainda não há data definida para o julgamento.

Segundo o TJ-AC, o processo conta com imagens e depoimentos que sustentam a acusação que pesam contra ambos. Além disso, de acordo com o Ministério Público do Acre (MP-AC), os dois são apontados como os responsáveis pelos disparos que mataram Gedeon Barros.

Conforme a investigação, João e Sairo chegaram em uma motocicleta, atiraram contra o ex-prefeito e fugiram do local para o bairro Belo Jardim, onde se concentraram as buscas da polícia, na época.

A 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco recebeu denúncia contra sete suspeitos pela morte de Gedeon e tornou réus por homicídio qualificado em janeiro de 2024.

Segundo o processo, uma colaboração premiada foi fundamental para identificar os envolvidos e detalhar o planejamento do crime.

O delator afirmou que os mandantes seriam um agiota de Plácido de Castro e um boliviano, por causa de uma dívida de cerca de R$ 130 mil que a vítima teria com eles.

CASO GEDEON BARROS:

Ainda conforme o relato, os suspeitos teriam se reunido em mais de uma ocasião para planejar o assassinato.

A ideia inicial, segundo a investigação, era fazer o crime parecer um latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, para dificultar o trabalho da polícia e esconder a motivação.

As investigações também apontam que, após o crime, os envolvidos tentaram despistar a polícia e evitar que os mandantes fossem identificados.

Prefeito Gedeon Barros foi morto em 20 de maio de 2021 — Foto: Arquivo pessoalPrefeito Gedeon Barros foi morto em 20 de maio de 2021 — Foto: Arquivo pessoal

 

 

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