
Na manhã desta segunda-feira, 10, uma idosa moradora de Plácido de Castro, procurou a reportagem para relatar um dilema marcado por preocupação e incertezas. A mulher, que sobrevive às custas de programas governamentais como o Bolsa Família, conta que tem encontrado dificuldades para conseguir medicamentos de uso contínuo na Farmácia Pública do município.
“Eu estou com três vezes que vou na farmácia pública. Não tem um calmante, não tem remédio controlado. E sábado passado [8 de novembro], veio um Itinerante de Saúde para a escola Sirlei Paiva de Lima 2, e os pacientes saíram de lá com as mãos cheias de receitas médicas. Único medicamento para pressão que tem é Losartana. Nem remédios para uso infantil tem”, desabafou a idosa, visivelmente emocionada.
A situação relatada não é isolada. Outros moradores também afirmam que há escassez de medicamentos básicos, como calmantes, metformina e dipirona.
Procurada, a Secretária Municipal de Saúde, Elenira Costa não havia se pronunciado até o fechamento da matéria, porém, o espaço segue aberto para esclarecimentos.
Veja o vídeo:
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Enquanto aguarda uma solução, a mulher mantém a esperança e apela por mais atenção às pessoas que, como ela, dependem do sistema público. “A gente só quer ter o direito de cuidar da saúde sem precisar escolher entre remédio e alimentação. É o mínimo que merecemos”, concluiu.
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