
Mesmo com o passar dos anos, o nome de Dona Idê continua vivo na memória e no coração do povo de Plácido de Castro. Figura ilustre do município, ela partiu para a eternidade há tempos, mas jamais deixou de estar presente nas conversas, nas lembranças e nas histórias contadas de geração em geração, como se ainda estivesse sentada à porta de casa, observando a cidade passar.
Dona Idê foi dessas pessoas raras, que marcaram época não por cargos ou títulos, mas pela forma simples e humana de viver. Conhecia a história da cidade como poucos, lembrava nomes, fatos, dificuldades e vitórias, e transformava cada lembrança em um verdadeiro ensinamento. Seus causos do tempo antigo ajudaram a preservar a memória de uma Plácido de Castro que muitos jovens só conhecem através de suas palavras.
Carinhosa, respeitosa e sempre pronta para uma boa conversa, Dona Idê era referência de sabedoria popular. Quem a procurava saía com um conselho, uma risada ou uma reflexão para levar consigo. Ela representava o elo entre o passado e o presente, mantendo viva a identidade e a cultura do povo placidiano.
Hoje, ao relembrar sua trajetória, a cidade reconhece que Dona Idê se tornou parte da própria história de Plácido de Castro. Seu legado não está escrito em livros, mas guardado na memória coletiva, nas histórias contadas nas rodas de conversa, nos encontros de família e nas lembranças cheias de afeto.
Assim, mesmo há anos após sua partida, Dona Idê segue viva no imaginário popular, como símbolo de simplicidade, força e amor pela terra onde viveu. Um legado que o tempo não apaga e que continuará sendo contado, para que nunca se esqueça de quem ajudou a construir, com palavras e exemplos, a alma de Plácido de Castro. Esteja com Deus, Dona Idê!
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